The Lair of Seth-Hades: R.ÁSTROS
Arte: Meats Meier - http://beinart.org/artists/meats-meier/gallery/meats-meier-2.jpg
Presente do amigo Zorbba Baependi Igreja - artista plástico, poeta e um dos idealizadores da Revista Trimera de Letras e do Projeto Academia Onírica [poesia tarja preta].

LIRA ANTIGA BARDO TRISTE & LIRA NOVA BARDO TARDO

Galera, estou pondo uma conta PagSeguro à disposição, para quem [assumindo o risco por sua própria alma] tenha interesse em adquirir um de meus livros [Lira Antiga Bardo Triste ou Lira Nova Bardo Tardo]. O custo de cada exemplar é de R$ 10,00 + R$ 5,00 de frete. Valeu! :D

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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

R.ÁSTROS



R.ÁSTROS

(I)
Ele que foi a serpente emplumada,
O portador da luz da ilha sagrada,
Daquele antigo leste que se partiu,
Restou a sabedoria de Quetzacoatil

A beleza frondosa da terra amada
Que se desfez numa só engolfada
No furor do oceano que bramiu
Foi ele a última centelha que viu

Mas pôde salvaguardar um ceitil
Derradeira chama pálida produziu
Do menor conhecimento e de cada

E de tudo o que ficou logo baniu
Escolhos que quisera do mais vil
Se perdessem nesta nova empreitada
 


(II)
Novamente semente a ser plantada
À sementeira nova chance fora dada
É que quisesse sem o dano que feriu
Àquela que o outro curso já seguiu

E, se obteve êxito, se ele conseguiu
O sequioso intento que era seu ardil
Com o esforço de sua mão edificada
A tela do futuro inda resta embaçada

Somos nós que colheremos cada til
A quem foi dada a trilha já traçada
Aos lindes de passado outro atada

Se ressurja inda uma vez primaveril
O fulgor que naqueles idos já se viu
É mister que nossa força seja alçada

Francisco de Sousa Vieira Filho

IMAGEM 1: http://hiscrivener.files.wordpress.com/2008/07/quetzalcoatl.jpg
IMAGEM 2: http://fourcolorcomix.com/~fourcolo/images/f/fb/FCCQuetz.jpg

72 comentários:

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Hail, galera, inda nem metrifiquei nem nada, mas aqui está... :)

Fernand's disse...

Show.
Somos os únicos responsáveis pelo que colhemos. Sem dúvida!

Bjs meus

mdsol disse...

:))

Pólen Radioativo disse...

Eita, viajei nos R.Ástros...

Tuas pistas me levaram à lembrança de um poeta pernambucano, Marcus Accioly, que canta em seus versos as histórias e as mitologias da LATINOAMÉRICA.

Em "Da AtlântidAmérica" ele diz:

"emerges do oceano (Atlântida) das águas
(das ondas dos vulcões) das Ilhas (Continente)
petróglifo no céu e hieróglifo nas páginas
do mar às vezes livro e às vezes lido (ó lente da viva luz do sol) ó olho sob pálpebras
(ó lágriam de lua) ó pátria para sempre
(Atlântida) do caos (Atlântida) do vácuo
regressas do teu tempo até nosso espaço"

Beijos, querido!!!

Felina Mulher disse...

Beijos grande poeta divino....

tonholiveira disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
tonholiveira disse...



Putzquiparil!
Tu não és DEZ, és MIL!

Sem Mé.TRI.ficou!

Só há a mente de Sã Fã Xico!

abraço-tchê!

Pólen Radioativo disse...

A cada nova leitura
Novo Mundo se abre
Nova mente (semente)
Emerge das espumas
Dessas nuvens aquáticas.

Eu sempre como nuvens para flutuar. Lembras?

Mais beijos pra ti.

Zélia Guardiano disse...

Amigo Francisco
Com métrica ou sem métrica, você é imbatível!
Para se chegar a esta conclusão, basta ler estes lindíssimos versos...
Grande abraço, todo revestido de gratidão pela visita e pelo fato de você ter se lembrado da minha cigana...

Valéria Sorohan disse...

Embasbacada fico eu diante dessa doutrina perfeita que você traçou.

BeijooO*

A Mina do cara! disse...

gostei!

BAR DO BARDO disse...

o tom épico me agrada

:)

Pistoleiro Corvo disse...

A Serpente emplumada assiste petrificada a queda do Rei, então ser Montezuma.
Verdades? Mentiras?
A única certeza é que somos feitos das cinzas daqueles que foram.
Basta renascer somente através das sementes, derrubadas pela espada.

Maria José disse...

Diferente, épico, singular, único, belo. Parabéns. Obrigada por sua visita ao Arca. Adorei seu comentário. Grande abraço.

Lara Amaral disse...

Não metrificou? Nem precisa, o soneto está no seu sangue. Arretado vc, moço!

Beijo.

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Show.
Somos os únicos responsáveis pelo que colhemos. Sem dúvida!


Fernand´s

Acertaste em cheio, Fernand´s. That´s the idea! ;) Isto vale pra vida, pra mitologia e pro ponto onde elas se encontram... ;) Bjs, nina! :)

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

;) :D :P

Bjs, mdsol! E obrigado por seu sorriso sempre aqui.

P.S.: as de sábado e domingo continuam as melhores... :)

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Eita, viajei nos R.Ástros...

Tuas pistas me levaram à lembrança de um poeta pernambucano, Marcus Accioly, que canta em seus versos as histórias e as mitologias da LATINOAMÉRICA.

Em "Da AtlântidAmérica" ele diz:

"emerges do oceano (Atlântida) das águas
(das ondas dos vulcões) das Ilhas (Continente)
petróglifo no céu e hieróglifo nas páginas
do mar às vezes livro e às vezes lido (ó lente da viva luz do sol) ó olho sob pálpebras
(ó lágriam de lua) ó pátria para sempre
(Atlântida) do caos (Atlântida) do vácuo
regressas do teu tempo até nosso espaço"


Adriana Polén Radioativo

Polinizas até noutros espaços sidéreos... sigamos RÁ! :D

Bjs, nina!

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Andaste sumida, Felina, mas eu também [mea culpa]... Forte abraço! ;)

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...



Putzquiparil!
Tu não és DEZ, és MIL!

Sem Mé.TRI.ficou!

Só há a mente de Sã Fã Xico!

abraço-tchê!


tonholiveira

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

A cada nova leitura
Novo Mundo se abre
Nova mente (semente)
Emerge das espumas
Dessas nuvens aquáticas.

Eu sempre como nuvens para flutuar. Lembras?


Adriana Pólen Radioativo

Re.buscar Remo.é.morar... :)

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Com métrica ou sem métrica, você é imbatível!
Para se chegar a esta conclusão, basta ler estes lindíssimos versos...
Grande abraço, todo revestido de gratidão pela visita e pelo fato de você ter se lembrado da minha cigana...


Zélia Guardiano

A Cigana e as imagens a que ela remeteu inda me perseguem... incrível como o estilo me lembra Neil Gaiman, inda que ele seja dos quadrinhos e contos e não da poesia...

Forte abraço, Zélia! ;)

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Embasbacada fico eu diante dessa doutrina perfeita que você traçou

Valéria Sorohan

Coerência de que traço e sigo os rastros... :D

Bjs, Valéria! :)

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Valeu, A Mina do Cara!. Sua presença nunca rara sempre me é cara! Sempre se vê a.prece.ando sempre aqui. :)

Abraço!

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

o tom épico me agrada

Henrique Pimenta BAR DO BARDO

Valeu, Henrique! Tentativa de sair de um estilo quebradiço que me quis aprisionar, caio no velho dos sonetos... :) Andaste sumido, mas sempre espio o Bar...

Forte abraço! :)

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

A Serpente emplumada assiste petrificada a queda do Rei, então ser Montezuma.
Verdades? Mentiras?
A única certeza é que somos feitos das cinzas daqueles que foram.
Basta renascer somente através das sementes, derrubadas pela espada.


Pistoleiro Corvo

Na mosca!!! Foste até além do esperado... olhos de ver e ouvidos de ouvir é pra raros...

Forte abraço! :)

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Diferente, épico, singular, único, belo. Parabéns. Obrigada por sua visita ao Arca. Adorei seu comentário.

Maria José

Tentando variar um pouco no estilo por cá, tava viciando fatiar palavras... Um forte abraço, Maria José! Eu é que agradeço a visita.

;)

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Não metrificou? Nem precisa, o soneto está no seu sangue. Arretado vc, moço!

LarAmaral

Obrigado, Lara! O seu último encantou mesmo. E foi comedido dizer: como.vida pelo fio que o pôs.ti cor.tou o que nem está ali... não sei se mais genial está o texto, a idéia simples e bela por trás dele, ou o bem-casar dele com a imagem, ou ainda sua cadência suave, com aquela malemolência de um torpor tal a que só a poesia nos eleva - sinto que me falta certa fluidez que a poesia que habita em ti possui farta...

O poste só corta a cor para os olhos que se encantam... poesia é visão de mundo, é poeta quem poeta vive...

Abraços, Lara! ;)

Laysha Vampira disse...

Obrigado pela visita.
Sigo-te também. Voltarei mais vezes.

Beijos sangrentos da vampiraa Laysha.

Silvia Masc disse...

Sempre incrível moço.

Que a saudade dói como um barco
Que aos poucos descreve um arco
E evita atracar no cais...

Desculpe a ausência, mas... ainda lutando!

beijinho

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Oi, Laysha, eu é que agradeço a visita e seja bem-vinda por cá... um forte abraço!!! ;)

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Oi, Sílvia!!! Espero que tudo esteja transcorrendo bem... da ausência me desculpo eu... vez em quando passo no LONGEVIDADES, espio, leio, releio, mas falta deixar a marca... bjs mil! ;)

Jorge Pimenta disse...

primeira entrada: o en.canto gregoriano. segunda entrada: o ambiente de um universo fantástico no blogue e neste texto em particular.
um abraço!

Impulsiva disse...

Você é bom nisso cara!!! Fato!

"Novamente semente a ser plantada
À sementeira nova chance fora dada
É que quisesse sem o dano que feriu
Àquela que o outro curso já seguiu"

Alimentou-me...

Beijos,
Kenia.

Tania regina Contreiras disse...

Nossa, conheço agora outra faceta poética sua, gostei! rs
Abraços,

dade amorim disse...

Nossa, e você nem metrificou ainda? Que inspiração fantástica, Francisco!

Abraço.

Flavio Ferrari disse...

Me conta uma coisa ... a Sonia viu a serpente emplumada ?
Voce já leu Castañeda ?

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

primeira entrada: o en.canto gregoriano. segunda entrada: o ambiente de um universo fantástico no blogue e neste texto em particular.

Jorge Pimenta

Diz.veladas entradas por en.canto e ambíguente... :D

Forte abraço, Jorge! Seja bem-vindo por cá! :)

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Você é bom nisso cara!!! Fato!

"Novamente semente a ser plantada
À sementeira nova chance fora dada
É que quisesse sem o dano que feriu
Àquela que o outro curso já seguiu"


Alimentou-me...


Kenia Impulsiva

A.linimento... :D

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Nossa, conheço agora outra faceta poética sua, gostei! rs

Tania regina Contreiras

E esta é mais antiga rs... sou viciado em forma e o soneto é a quem me mantém cativo... estilos, jeitos, modos são prisões... vivo só transitando duma pra outra... :D

Luta-se a vida inteira pra ganhar um estilo próprio [subindo a montanha], depois é a luta por não se aprisionar a ele [descendo]

;)

Bjão, Tânia! :)

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Nossa, e você nem metrificou ainda? Que inspiração fantástica, Francisco!

dade amorin

Obrigado, dade! ;) Mas inda fica nuns versos uma sílaba poética a mais, noutros a menos... confesso, gosto da poesia crua, do jeito que me veio... quando mexo demais, corto, podo, sinto que não é mais eu...

Forte abraço, dade, e seja sempre bem-vindo por cá! :)

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Me conta uma coisa ... a Sonia viu a serpente emplumada ?
Voce já leu Castañeda ?


Flávio Ferrari

kkkk... li o Castañeda tem uns 12 anos... ele me foi apresentado por uma amiga muito especial, estudante de medicina, fascinada por Thoreau e mochilar pelo mundo, sem o peso que o capitalismo nos impõe [gostava de Na Natureza Selvagem do Jon Krakauer, que hoje virou filme, até que bom]... Quanto à pergunta: a Sônia pode ver a serpente emplumada sem mas sem adereços ou veículos outros que não a viagem poética... Castañeda, não fosse o neo-xamanismo, lembraria um pouco - na proposta - o Aldous Huxley no seu As Portas da Percepção... sei também do Picasso que também apreciava... pra mim a única viagem mesmo é a poesia... :)

Adriana Karnal disse...

Francisco,
É um poema forte....e essa serpente, q sabedoria.Lembrou meu pai qu se foi na segunda-feira. abç

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Oi, Adriana... a dor sentida ecoa, mas pouco pode dizer o outro daquela que vibra em alma outra, senão do eco que sente dentro a sua... acalenta o abraço e o apoio, mas a intuição de que haverá o reencontro com as almas queridas é que realmente alivia... saiba, teus pensamentos e orações a eles chegam sempre... um forte abraço! E que o texto, se não foi feito com esse fim, agora com propósito mais nobre seja uma saudação ao sábio mago Dilson, pai da menina Adriana Karnal. ;)

Anônimo disse...

Já está entre meus favoritos...

Sandra Botelho disse...

Espetacular...
Bjos achocolatados

Eu Meus Reflexos e Afins disse...

Opa!
Vindo conhecer e deixando o convite pra ler meus contos,
adoarei que passe por la.
Bjins

Nadine Granad disse...

Adorei o big bang!!!
Fico repetitiva... não tem jeito... Venho cá só para ver como se faz, rs...

Obrigada, sempre!... É uma honra ;)

Beijos =)

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Valeu, anônimo rs... :D brincando... tilt´s acontecem no blog... forte abraço! :)

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Bjs mil, Sandra! ;)

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Adorei o big bang!!!
Fico repetitiva... não tem jeito... Venho cá só para ver como se faz, rs...

Obrigada, sempre!... É uma honra ;)


Nadine Granad

Aprendemos juntos sempre, Nadine, acredite... é via de mão dupla... ;) Bjs!!! :D

P.S.: a honra é minha tb... ;)

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Opa!
Vindo conhecer e deixando o convite pra ler meus contos,
adoarei que passe por la.


Eu Meus Reflexos e Afins

A.pré.ciando lá... ;)

ErikaH Azzevedo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
ErikaH Azzevedo disse...

Eu sei que forma muitos os que de sua terra sairam para outra terra , outros plantios...mas esses teus poemas me lembraram alguns de Castro Alves , sobretudo os que faziam exaltação aos Negros...defesa dos mesmos.
Eu senti uma ponte entre o que aconteceu naquele tempo e o que hj acontece...será que estarei eu aqui a delirar?

Poesia quer mais que ser lida né, a poesia quer ser mesmo é sentida...e foi desse jeito que eu a senti.

Adorei, viu!

De qualquer jeito querido, que esse escrever te seja sempre esse sementear-se profundo , este teu semear, que nos faz florescer...

Bjos a ti Cisco,

Erikah

José Carlos Brandão disse...

Colho os frutos do dia - e da sua poesia.

Domingos Barroso disse...

Depois que se lê
o eco perdura.

É um poema Colossal
ou se entrega
ou se perde a alma
no meio do caminho.

forte abraço,
camarada.

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Eu sei que forma muitos os que de sua terra sairam para outra terra , outros plantios...mas esses teus poemas me lembraram alguns de Castro Alves , sobretudo os que faziam exaltação aos Negros...defesa dos mesmos.
Eu senti uma ponte entre o que aconteceu naquele tempo e o que hj acontece...será que estarei eu aqui a delirar?

Poesia quer mais que ser lida né, a poesia quer ser mesmo é sentida...e foi desse jeito que eu a senti.

Adorei, viu!

De qualquer jeito querido, que esse escrever te seja sempre esse sementear-se profundo , este teu semear, que nos faz florescer...


ErikaH Azzevedo

Oi, ErikaH!!! Nada, menina, você captou tudo na medida precisa... não só o estilo como o tema é algo similar também e a idéia era em parte justo essa, mostrar como são cíclicas tais situações na história... ademais, escolheste a melhor alternativa, sentir... Bjus mil!!! ;)

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Colho os frutos do dia - e da sua poesia.

José Carlos Brandão

És.colho.endo di profundis

Forte abraço, José Carlos! :)

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Depois que se lê
o eco perdura.

É um poema Colossal
ou se entrega
ou se perde a alma
no meio do caminho.


Domingos Barroso

Waw! Obrigado, Domingos Barroso! Poesia que se responde com outra e belíssima!

Ré.pé.[t]eco per.dura porque mole e liquefeito excorre nos veios da alma... ;)

Forte abraço, neste sábado, Domingos! :D

Bia Monteiro disse...

Sensacional...
Me encontrei!
Bjos
=D

Úrsula Avner disse...

Olá meu caro Francisco, mostras intimidade com as palavras, na abordagem do tema, no uso das rimas e metáforas, na musicalidade do poema... Bonito trabalho ! Um abraço e obrigada pelo carinho de sempre.

Benjamin disse...

A saga sob vários prismas “nada de novo debaixo dos céus” eu comento não seu texto, tens o dom da poesia, és iluminado, “a serpente incorpórea” “a nova semente” “náute quetzal”, em sua formosura sempre encantou...

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Sensacional...
Me encontrei!


Bia Monteiro

É o que dizia a música: me encontra ou deixa eu te encontrar... :)

Bjs mil, Bia! ;)

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Olá meu caro Francisco, mostras intimidade com as palavras, na abordagem do tema, no uso das rimas e metáforas, na musicalidade do poema... Bonito trabalho ! Um abraço e obrigada pelo carinho de sempre.

Úrsula Avner

Eu é que agradeço, Úrsula. Bjs mil! ;)

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

A saga sob vários prismas “nada de novo debaixo dos céus” eu comento não seu texto, tens o dom da poesia, és iluminado, “a serpente incorpórea” “a nova semente” “náute quetzal”, em sua formosura sempre encantou...

Benjamim

A ErikaH meio que captou a idéia e você também, meu caro Benjamim. A lei do pêndulo diz algo similar a isto. Tudo aumenta e diminui, cresce e decresce, vai e vem. São os ciclos que se repetem. "Depois da tempestade bem a bonança."
A lei do pêndulo governa até o nossos pensamentos: alegria e tristeza, otimismo e pessimismo, gosto e desgosto, prazer e frustração, etc. Tal lei faz surgir poderosas civilizações e logo as destrói.
"O que foi, isso é o que há de ser, e o que fez, isso se fará, de modo que nada há de novo debaixo do Sol" (Eclesiastes – 01:09).

Vanessa Souza Moraes disse...

A colheita - maldita ou não - é nossa.

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Há.[c]olho.ida e assinado embaixo... ;)

Bjaum, Vanessa!

Karla Thayse disse...

Muito bom!
Tenha uma semana iluminada!
Beeijo

Karla Thayse disse...

Muito bom!
Tenha uma semana iluminada!
Beeijo

Moni. disse...

Com ou sem métrica, a intensidade falou mais alto e disse a que vinha...
O "que" de épico me prende...

Adorei, Francisco!
Ótima semana pra ti!

Beijos,

Moni

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Pra nós todos, Karla Thayse! Forte abraço! ;)

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Com ou sem métrica, a intensidade falou mais alto e disse a que vinha... O "que" de épico me prende...

Moni.

Teresina é.PI.cidade :D

Bjs, Moni! :D