The Lair of Seth-Hades: Na.TUr.AIS...
Arte: Meats Meier - http://beinart.org/artists/meats-meier/gallery/meats-meier-2.jpg
Presente do amigo Zorbba Baependi Igreja - artista plástico, poeta e um dos idealizadores da Revista Trimera de Letras e do Projeto Academia Onírica [poesia tarja preta].

LIRA ANTIGA BARDO TRISTE & LIRA NOVA BARDO TARDO

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domingo, 27 de março de 2011

Na.TUr.AIS...


Na.TUr.AIS... (versão I)


Um profundo desejo de proteger
Tudo aquilo que fenece e chora
Arde-me ao peito e a toda a hora
Insiste, eu não possa me esquecer

Dessa dor que bem distante mora
Que é choro mais agudo agora
Que aquilo em que se possa crer
Do que não se pode defender

E ante ouvidos surdos, implora
Planta ou animal como que ora
Sem ter um que venha socorrer

Clamando ajuda que já se demora
Rogo inaudível?! Até se pode ver,
Quase tocar – incrível – ensurdecer,

Francisco de Sousa Vieira Filho 

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NA.TUr.AIS... (versão II)

Um profundo desejo de proteger
Tudo aquilo que fenece e chora
Arde-me ao peito e a toda a hora
Insiste, eu não possa me esquecer

Dessa dor que bem distante mora
Que é choro mais agudo agora
Que aquilo em que se possa crer
Pois dela não se pode defender

E ante ouvidos surdos, implora
Todo ente vivo como que ora
Sem ter um que venha socorrer,

Clamando ajuda que já se demora
Rogo inaudível?! Até se pode ver,
Quase tocar – incrível – ensurdecer.

Francisco de Sousa Vieira Filho

FOTO: kate macdowell - 100107.jpg Disponível em: http://obviousmag.org/

10 comentários:

Noe* disse...

Tinha sumido de lá seu moço.
Volte mais vezes.

Feliz domingo =*

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Andei sumido geral, minha linda. Um ótimo domingo pra nós todos... Bjaum! ;)

Mateus Luciano disse...

, estou sempre a ler ótimas coisas aqui!

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Andei sumido, mas, aos pouquinhos, tow voltando, Mateus... forte abraço! ;)

Domingos Barroso disse...

Francisco, lendo os dois poemas
é incrível a transparência melódica
e o arfar das imagens [ambas as versões são reais]
...

Forte abraço,
camarada.

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Oi, Domingos, foi justo isso: me deparei aqui com a dúvida e pus os dois... ora queria falar de tudo o que vive, ora da natureza [de que nos supomos separados], aí pus logo tudo rsrs...

Forte abraço, meu amigo! :)

mfc disse...

Gostei muito e opto pelo segundo... mais tocante, diz-me o mesmo, mas de uma forma mais íntima.

Lara Amaral disse...

A dor que implode os sentidos.

Nossa, lindo poema, Francisco!

Beijo.

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Beijão, Laritcha! :D

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Oi, mfc! O segundo também me toca mais... mudei besteirinha, eu sei, mas ficou bem mais amplo... ;) Forte abraço!