The Lair of Seth-Hades: SÓ.FIZ.MÁ COISA
Arte: Meats Meier - http://beinart.org/artists/meats-meier/gallery/meats-meier-2.jpg
Presente do amigo Zorbba Baependi Igreja - artista plástico, poeta e um dos idealizadores da Revista Trimera de Letras e do Projeto Academia Onírica [poesia tarja preta].

LIRA ANTIGA BARDO TRISTE & LIRA NOVA BARDO TARDO

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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

SÓ.FIZ.MÁ COISA


 SÓ.FIZ.MÁ COISA

[...]
- Ah, tô tentando equilibrar meus sentimentos, por isso não posso ter envolvimentos... ainda mais sabendo que não vão ter durabilidade... hoje em dia quase nunca têm, né?!... A gente aprende, sabe... você sabe, acaba sabendo, o que vai ter durabilidade,  o que não vai ter...
- Mas nada dura pra sempre.
- É... eu sei disso, mas outras coisas duram menos ainda... elas podem até não durar ,mas o impacto que elas podem causar pode... durar...
- Por vezes, as coisas que menos duram conservam o sabor doce da primeira prova, ao passo que algumas que se prova por muito tempo, ficam amargas... é como o chiclete... quando se masca por muito tempo, perde o açúcar.
- Mas a vida não é só de doces sabores [...]
- Mas são os melhores, há de convir... e são eles que levamos na lembrança... os mais doces, os mais suaves... as coisas ruins quem quer lembrar?!
- Ninguém, claro, mas não estamos no paraíso, meu caro... e as ruins servem pra alguma coisa [...]
- Sim, servem... pra aprendermos o gosto do doce em oposição ao amargo e buscarmos o doce.
- ahh, isso sim.

Francisco de Sousa Vieira Filho

FOTO: minha [hotel metropolitan - Teresina - PI]

7 comentários:

Zélia Guardiano disse...

Maravilha, meu querido Francisco!
Quem não provou o amargo não sabe apreciar o doce...
Adorei a comparação com o chiclete!
Estava com muita saudade!!!
Abraço apertado da
Zélia

Por que você faz poema? disse...

Quero sempre me equilibrar
entre o doce e o amargo.

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Oi, Zélia, ando oscilando, ora cá, ora no mundo... e, convenhamos, o mundo é 'trash' rsrs [ou somos nós que somos, já que o fazemos... sei lá]... o certo é que tb. tow com saudades de cá, dos amigos, das conversas e trocas... Forte abraço [e bem apertado], querida Zélia ;)

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

O texto foca extremos: o de quem só vê o doce e o de quem só prima pelo amargo... o equilíbrio é mesmo o ideal, meu caro Herculano... e diria até que o doce é fácil de ser sentido, sabor que a todos agrada, chega fácil ao palador e se instala na memória rapidamente como algo bom e agradável... já apreciar o amargo, os sabores mais refinados, exige esforço... e tempo... é lembrar que a criança, de cara, aprecia o doce, mas o amarguinho da azeitona rejeita... e tb. os vinhos de mesa e os amadeirados possuem o abismo do doce e do amargo entre si... :D

Í.ta** disse...

eu sinto e vivo que é no durante que a vida acontece.

grande abraço!

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Seja pela dor ou pelo amor, o que importa é evoluir [e e viver no perscurso, claro].

Forte abraço, Í.ta** :)

Cynthia Osório disse...

Doce e amargo in.perfeito equilíbrio.

ps: belas fotos!